
Para a Miminha
Venho aqui falar em nome dos sobrinhos da minha tia Arlinda. Mas, na realidade,
não a tratávamos por tia Arlinda, mas sim por Miminha.
Era este o nome carinhoso que, desde crianças, nos habituámos a usar e é
este nome que usaremos sempre que nos lembrarmos dela.
Nunca nos esqueceremos dos momentos que passaste junto de nós e de
tudo aquilo que fazia de ti uma pessoa tão única e especial:
- A tua energia e vivacidade;
- A tua alegria pela vida;
- O teu amor incondicional pelo Adrianinha e pelo Luizinho;
- A tua preocupação e carinho pelo tio Beto.
Mas também, não nos vamos esquecer das pequeninas coisas que faziam
de ti a nossa Miminha:
- Falavas pelos cotovelos e acompanhavas as palavras com as enervantes
pancadinhas no ombro;
- O teu talento inexplicável para a cozinha;
- As meias e as cuecas que nos davas no Natal;
- As implicâncias carinhosas com as tuas irmãs;
- O teu maravilhoso dom para conduzir e a forma espantosa como te livravas
das multas.
Eras, no fundo, uma segunda mãe para todos nós. Sentíamos o teu orgulho
pelos nossos sucessos, mas também a tua preocupação e tristeza quando
estávamos em baixo.
É por isto, e por tantas outras coisas, que nunca, mas mesmo nunca, nos
esqueceremos de ti.
Um beijo para sempre dos teus sobrinhos, teus filhos.
Venho aqui falar em nome dos sobrinhos da minha tia Arlinda. Mas, na realidade,
não a tratávamos por tia Arlinda, mas sim por Miminha.
Era este o nome carinhoso que, desde crianças, nos habituámos a usar e é
este nome que usaremos sempre que nos lembrarmos dela.
Nunca nos esqueceremos dos momentos que passaste junto de nós e de
tudo aquilo que fazia de ti uma pessoa tão única e especial:
- A tua energia e vivacidade;
- A tua alegria pela vida;
- O teu amor incondicional pelo Adrianinha e pelo Luizinho;
- A tua preocupação e carinho pelo tio Beto.
Mas também, não nos vamos esquecer das pequeninas coisas que faziam
de ti a nossa Miminha:
- Falavas pelos cotovelos e acompanhavas as palavras com as enervantes
pancadinhas no ombro;
- O teu talento inexplicável para a cozinha;
- As meias e as cuecas que nos davas no Natal;
- As implicâncias carinhosas com as tuas irmãs;
- O teu maravilhoso dom para conduzir e a forma espantosa como te livravas
das multas.
Eras, no fundo, uma segunda mãe para todos nós. Sentíamos o teu orgulho
pelos nossos sucessos, mas também a tua preocupação e tristeza quando
estávamos em baixo.
É por isto, e por tantas outras coisas, que nunca, mas mesmo nunca, nos
esqueceremos de ti.
Um beijo para sempre dos teus sobrinhos, teus filhos.
1 comment:
Nada do que é importante se perde verdadeiramente....ela ficará para SEMPRE juntinho de nós...
Gui
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